sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Não permita que seu filho seja maltratado pela babá que toma conta dele na sua ausência

Os seguintes passos são indicados:
  1. Disponibilize para seu filho o máximo de tempo possível.
  2. Selecione uma babá com o máximo cuidado. Faça uma entrevista rigorosa e visite a casa onde ela mora (esta medida é indispensável para que você conheça como ela se comporta com os próprios filhos e com a sua família).
  3. Não grite, não humilhe, não bata em seus filhos. Quando você não estiver em casa, outras pessoas poderão seguir o seu exemplo, se sentindo autorizadas a fazer o mesmo.

Instalar uma câmera para monitorar um comportamento agressivo da babá pode funcionar, mas se você seguir os três passos indicados, essa medida não será necessária.

Leia as dicas do Observatório da Infância Para evitar maus-tratos contra crianças causados por babás.

Não dá para ficar calado.

5 comentários:

Miriam Sousa disse...

Tenho dois filhos pequenos, uma de três anos e outro que acabou de nascer. Apesar de ter nível superior com mestrado eu tenho receio de voltar a trabalhar. Conheci um casal que filmou seu bebê de menos de um ano apanhar da babá. E era um menino que nasceu doentinho.
Tenho uma amiga que descobriu que a babá estava ensinando maus modos ao seu filho, como arrotar à mesa.
E mesmo que a babá não agrida, a maioria delas coloca a criança na frente da TV sem se importar com o que a criança vai ver.
A criança não é uma planta que é só dar água e adubo que cresce bem e saudável.
Eu não consigo me contentar com meus filhos serem bem tratados fisicamente e emocionalmente ficarem carentes. Mãe é mãe. Por mais que a babá seja legal ela não tem obrigação de amar e ouvir a criança. É uma relação profissional e não pessoal.
Dizem que o importante é a qualidade do tempo que você dá ao seu filho e não a quantidade. Mas, eu não entendo como uma pessoa que trabalha 8h, fica presa no trânsito 2hs por dia, tem coisas para resolver (banco, compras da casa, médico, e outros afazeres, além do relacionamento do casal), consegue chegar disposta em casa para dar um tempo de qualidade para seus filhos. Ela vai atendê-los depois de tomar banho, comer alguma coisa, sentar um pouco para descansar, aí os pequenos já estão irritados de sono.
Não acho que toda mãe deve ser dona-de-casa, mas a sociedade poderia pensar em alternativas para que as mulheres com filhos pequenos pudessem se realizar profissionalmente sem precisar passar tanto tempo longe dos seus filhos. Por exemplo, ter creches nas empresas, onde a mãe possa ver os filhos e acompanhá-los de perto; redução da carga horária da mãe nos primeiros anos de vida do bebê; incentivo de trabalhos feitos em casa via internet (em muitos casos a presença da pessoa na empresa todos os dias não é realmente necessária).
Eu gostaria de trabalhar, mas não gostaria de deixar meus filhos com uma babá o dia inteiro.

Giselle Gomes disse...

Concordo com a Miriam plenamente. Eu sou uma pessoa que trabalho 8 horas por dia além de passar 2 horas para ir para o trabalho e 2 para voltar.No total são 12 horas longe deles. Meus filhos tem babá, mas para ser auxiliar, pois eles ficam mesmo é com a minha mãe. Que graças a Deus eu a tenho e dá carinho, atenção e educação aos a eles. Nunca deixaria os só com uma babá. Por melhor que ela sejam, não é mãe. Nunca tera o amor que vc tem por eles, nunca dará a educação que vc dará a eles e nunca entenderam o que eles precisam como vc. Mãe é mãe! Não vale apena ter um filho para um desconhecido criar. Se puder pare de trabalhar.

Anônimo disse...

Eu sempre trabalhei fora, mas quando resolvi ser mãe criei minha própria empresa e passei a trabalhar em casa. Faço o mesmo que fazia fora de casa, só que passei a ser prestadora de serviços para outras empresas, inclusive para a empresa que trabalhei por anos. Não entra na minha cabeça ter um filho para deixá-lo em creches ou com babás ou tb deixar de trabalhar. Sempre quis ser mãe e no sentido pleno da palavra. Sei que é difícil que muita gente não pode fazer essa opção de trabalhar em casa, mas eu pude se não eu sofreria muito. Não me imagino longe do meu filho que hoje tem 6 anos. Quando ele nasceu eu era casada, mas hoje sou separada e minha separação é muito complicada, totalmente sem diálogo, infelizmente. Minhas brigas com meu ex-marido são frequentes inclusive na justiça onde brigo até hoje para receber a pensão alimentícia de meu filho após 3 anos de separação. Diante desse cenário meu filho precisa ainda mais da minha presença física, psicológica e emocional. O pai não é uma boa influência para ele e fala coisas que não deveriam ser ditas à uma criança desta idade. Por esse motivo acho que fiz a opção correta. Meu filho é uma criança feliz, amada e amparada psicológica e emocionamente por mim e por minha família.

Acompanho ele enquanto faz os deveres de casa do colégio, converso com ele, leio para ele, jogo, brinco, rolamos na cama. Como daria esse apoio todo se trabalhasse fora o dia inteiro?

Tenho uma empregada que me auxilia, pq eu trabalho muito até pq preciso me sustentar e siustentá-lo já que não conto com o pai dele para nada, mas estou sempre por perto para tudo o que ele precisar. Ele vai ao Colégio, tem atividades como Natação e Psicopedagoga e nem sempre posso levá-lo, tem casa e roupa para cuidar por isso tenho uma empregada, mas a mãe sou eu.

Muitas vezes sofro pq preciso trabalhar e ele quer atenção o tempo todo, mas tento fazer ele entender que mamãe precisa trabalhar para pagar as contas.

Anônimo disse...

Tenho um bebe lindo de dois anos e meio e quero muito ficar ele em casa, hoje trabalho em dois turnos, administro um clinica durante o dia e sou professora durante a noite.

De todas as decisões que tomei na vida, esta sem duvida é a mais importante. QUERO FICAR COM MEU FILHO!

Por isso vou sair do meu emprego do dia, cujo as pessoas que me amam e me consideram, inclusive os donos deram-me um super apoio.

Estou feliz e tranquila e com muita fé em Deus, que me traz tranquilidade neste momento.

Sabemos que dinheiro é importante, mas não é tudo quando se tem a opção de escolher, como é meu caso.

Com isso vou ficar com meu herói e cuidar de sua educação e sua segurança.

Estou feliz e tenho certeza que será o melhor para ele.

Grande beijo a todas!

Anônimo disse...

Não da para ficar calado mesmo!
Como será possivel, com esta situação, confiarmos os nossos filhos a alguém?