sábado, 21 de julho de 2012

O Massacre dos Armênios pelos Turcos. Barbaridade.

Aurora Mardigamian foi testemunha ocular, viva, sofrida, do genocídio dos armênios pelos turcos em 1915. Ela uma adolescente de 15 anos, assistiu a quase toda sua família ser torturada e morta. Anos após, já nos EUA, ela contou em livro a sua história. Em 1919 foi feito um filme em Holywood baseado no seu livro. À época teve uma enorme repercussão. Infelizmente, do original, restam apenas cerca de 20 minutos. É o suficiente. O filme é real, chocante, bárbaro. Não dá para ficar calado.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Estive seis dias na Armênia

Estive 6 dias na Armênia. E todos me perguntavam: "Por que Armênia ?"  "Onde fica?" "Fazer o quê?". Agora de volta vou escrever aos poucos sobre o assunto. O cerne da questão é o genocídio de 1,5 milhão de armênios pelos turcos em 1915 e até hoje não reconhecido pela Turquia. Fui conhecer de perto aquela nação tão forte em seu patrimônio humano, mas tão injustiçada ao longo dos anos.

O embaixador da Armênia no Brasil ofereceu-me o apoio necessário em Yerevan, capital da Armênia. E lá fui eu para a Ásia, para aquele pequeno país que faz fronteira com dois países inimigos, a enorme Turquia e o Azerbaijão, tendo ao norte a Georgia e ao sul o Irã. Apesar de próximo, não tem acesso ao Mar Negro nem ao Mar Cáspio. Contudo é um país que cresce, moderno, ocidentalizado e cristão. Foi a Armênia a primeira nação cristã do mundo, no ano 300 DC.

Em 6 dias assisti a três casamentos e um batismo, em monastérios de séculos atrás. As pessoas com as quais tive contato em Yerevan são muito receptivas e sorridentes. Fui acompanhado nas visitas importantes que fiz por Felix Sayadyan amigo pessoal do embaixador em Brasília, Ashot Yeghazarian.

Voltarei a escrever sobre o genocídio em breve.

Aqueles que se sentirem estimulados a conhecer mais sobre o assunto e aqueles que de alguma forma já o conhecem peço que entrem em contato comigo pelo e-mail lauro.monteiro@terra.com.br

Não dá para ficar calado.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Veja fotos recentes, para reflexão

Veja e reflita.Qual foi e ainda é a sua responsabilidade pelo quadro político atual?
Em quem você votou?

Não dá para ficar calado.

COLLOR, SARNEY, Lula, Dilma e FH: para a presidente, instalação da Comissão da Verdade é resultado do acúmulo de conquistas democráticas dos últimos governos
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR - Fonte: O Globo

O CHORO: “Se existem filhos sem pais, nunca pode existir uma História sem voz”
Foto: Pedro Ladeira/AFP - Fonte: O Globo

FERNANDO COLLOR, que não conseguiu convocar jornalista para depor, observado por Chico Alencar e Miro Teixeira em sessão da CPI.
Foto: André Coelho - Fonte: O Globo

MIRO (em pé) se opôs a requerimento de Collor (esquerda) de separar gravações de jornalista com Cachoeira.
Foto: André Coelho - Fonte: O Globo

Com um plenário praticamente vazio, o deputado Stepan Nercessian (PPS-RJ) reapareceu na Câmara e usou a tribuna para, de novo, explicar que pediu R$ 160 mil emprestados ao amigo Cachoeira para comprar um apartamento e que devolveu a quantia. Argumentou que “pedir dinheiro não é crime” e que vem passando por “angústia e tristeza”.
Foto: André Coelho - Fonte: O Globo

O limite do apego

Vamos reproduzir aqui no blog o exemplar artigo da psicóloga Rosely Sayão, que merece ser lido e guardado.
Não dá para ficar calado.

O limite do apego
Rosely Sayão

Filhos precisam ser prioridade, mas priorizá-los não significa se dedicar exclusivamente a eles
"Você é mãe o suficiente?" Foi com essa frase provocativa ao lado de uma foto que mostra uma jovem mãe amamentando seu filho bem crescido -mais de três anos- que a revista "Time", uma prestigiada e conhecida publicação semanal dos Estados Unidos, chamou a atenção para um tema dos mais polêmicos.

O assunto da capa da revista não se restringiu ao tempo de amamentação do filho. O tema explorado tratou dos princípios da teoria de um médico de lá que afirma que criar os filhos com muito apego promove a formação de pessoas confiantes e seguras.

Segundo o médico Bill Sears, criador dessa teoria, a mãe deve passar o maior tempo possível com os filhos, estender o tempo da amamentação e dormir com os pimpolhos na mesma cama, entre outras coisas. Temos um bom assunto, não temos?

E podemos começar com a ideia do apego. Tal palavra quase sempre aponta para um excesso, não é verdade? E, por falar em excesso, muitas mães hoje já têm uma relação de proximidade excessiva com seus filhos. Sabem de tudo -tudo mesmo- da vida dos filhos, declaram seu amor a eles o tempo todo, beijam e abraçam com uma frequência que incomoda até os filhos etc.

E não é um fato curioso que justamente essa geração que tem tanta proximidade com seus filhos sofra de uma culpa permanente em relação a eles? Aparentemente, essas mães nunca conseguem realizar o que acham que deveriam na maternidade.

O médico Bill Sears parece ter conseguido concretizar a fórmula ideal que habita o imaginário dessas mulheres: ser mãe é se dedicar completamente ao filho.

Será que isso faz bem aos mais novos? Muitos afirmam que não e já temos alguns indícios: a geração que passou a ser criada dessa maneira mostra ter falta de maturidade e de autonomia quando termina a adolescência. Que, por sinal, parece não terminar nunca!

A dedicação aos filhos precisa, é claro, ser a prioridade na vida da mulher. Mas priorizar os filhos não significa se dedicar única e exclusivamente a eles. Significa estar disponível quando eles precisam -e não quando eles querem-, saber que educar supõe quase sempre desagradar os filhos e aguentar o sofrimento inevitável que a vida impõe às crianças, por exemplo.

E priorizar o filho significa também -e esse é um ponto delicado no mundo contemporâneo- que o tempo, mesmo que pequeno, dedicado a ele não pode ser interrompido por nada.

Um outro ponto que quero comentar hoje a respeito do tema é o tempo da amamentação. Temos inúmeros estudos e pesquisas que mostram que a criança amamentada por mais tempo cresce fisicamente mais saudável. Mas saúde é um conceito complexo que não se refere apenas ao aparato biológico.

A amamentação não alimenta apenas o corpo do bebê: alimenta também o tipo de relacionamento da criança com sua mãe, relacionamento esse que não conhecemos totalmente e que pode produzir os efeitos mais variados.

Dormir na mesma cama que a mãe e ser amamentada no peito por anos são situações que podem confundir a criança na compreensão de seu lugar de filho. E isso terá reflexos em sua saúde mental. Quais tipos de reflexo que podem surgir é o que não sabemos.

"Você é mãe o suficiente?" é uma pergunta que tem estado no ar faz tempo. Tempo suficiente para provocar culpas que são vividas como reais por muitas mulheres, mas que, de fato, são produzidas por esse mercado que vende de tudo, inclusive ideias. Como bons consumistas, compramos quase tudo que nos é ofertado, não é verdade?

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)

domingo, 10 de junho de 2012

Matança de crianças e mulheres

Continua diariamente a matança de crianças e mulheres na Síria pelas forças do governo do ditador Assad.

Como parar a violência sem uma invasão violenta?

Não dá para ficar calado.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

À margem de palestra que fiz em Criciuma

40% da cidade está sobre túneis de minas de carvão mineral.

Mostraram-me a maior e mais bonita casa de Criciúma. Ocupa um quarteirão enorme. Teria sido decorada com objetos importados. "Nem o Angeloni (empresário de supermercados) tem uma casa como essa". O dono é um pediatra da cidade, que é adorado por todos. Incrível!

A fala que escutei por lá : "Barrrbaridade", "Magina", "Este carinho que tu fazes".
Para comer: Pizza em cone e tábua. E com o  frio que faz lá, muita sopa. Muito ruim é um tal de vinho Colonial.
São algumas das boas lembranças.
Não dá para ficar calado.

Baixo nível de nossos políticos

A frase do deputado federal Cândido Vacarezza (PT) para o governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB), dita com o objetivo de acalmá-lo sobre sua convocação para a CPI do Cachoeira é uma vergonha em todos os sentidos: "Você é nosso e nós somos teu".

Não dá para ficar calado.