Em Brasília, um padre foi acusado de abusar sexualmente de um adolescente. A notícia é do Correio Brasiliense de 15/10/2008.
Desde o ano de 2002, quando se descortinou a trágica realidade de inúmeros padres nos EUA que abusaram sexualmente de adolescentes durante anos, a notícia de outros casos se tornou repetitiva.
É evidente que o abuso sexual de crianças e adolescentes não ocorre predominantemente na Igreja Católica. A maior parte acontece na própria casa e o abusador costuma ser o pai, o padrasto, o avô, o tio e outros parentes. Além dos familiares, as estatísticas revelam como abusadores pessoas geralmente bem inseridas na sociedade e que detêm uma relação de poder com a vítima. No caso do padres católicos, chama a atenção uma particularidade importante. Na imensa maioria dos casos a vítima é do sexo masculino e, ao contrário do abuso sexual intrafamiliar, a vítima é geralmente um adolescente ou até adulto jovem de 18, 19 e 20 anos. Ou seja, a predileção não é por crianças e adolescentes impúberes, como no caso dos pedófilos.
A Igreja tem combatido oficialmente o abuso sexual no seu meio. Algumas considerações podem colaborar no combate a essa violência sexual. Deve se lembrar que o abusador sexual não é sempre um pedófilo, ou seja, um doente, pervertido sexual, com obsessão e compulsão por crianças e adolescentes de até 12 ou 13 anos, ou no máximo no início da puberdade. Não é o que ocorre com os religiosos envolvidos, que não têm entre suas vítimas crianças até menores de 5 anos, como ocorre com os pedófilos.
Pode-se considerar que os religiosos abusadores sexuais são homossexuais masculinos e pederastas. Ou seja, abusadores sexuais de adolescentes do sexo masculino. É de se indagar que tipo de patologia envolve esses padres abusadores sexuais, uma vez que o seu perfil não é de um pedófilo.
Não dá para ficar calado.
Re:
14 horas atrás
4 comentários:
Isto é sério mesmo. Vocês não imaginam também quantas denuncias temos de MEMBROS DA ONU QUE ESTUPRARAM CRIANÇAS TBM!!!
Seja pedófilo, seja efebófilo, seja andrófilo (que tem relações homossexuais com criança, jovem e adulto) ou seja amante de uma mulher, o padre culpado precisa ser punido. Não é justo nem terapêutico acobertar o seu pecado, escondê-lo do público ou transferi-lo para uma paróquia distante. Não é justo para o transgressor, para o parceiro ou parceira, para as vítimas nem muito menos para o povo de Deus. Essas providências não curam nem o padre nem as feridas que ele abriu. Mas se o padre cai em si, reconhece a sua loucura, arrepende-se e confessa sinceramente seu pecado a Deus, à pessoa que com ele pecou ou à vítima, ao seu superior eclesiástico e, quem sabe, também à sua própria paróquia, talvez seja possível evitar escândalo maior. Pode ser que a situação se complique caso a pessoa com quem o padre tenha pecado se encarregue de alardear o acontecido, por despeito, por vingança ou por qualquer outro motivo.
Na história bíblica todos os culpados são punidos, a começar com a desobediência fatal de Adão e Eva. Aprende-se das Escrituras Sagradas que a repercussão de um pecado está na razão direta do esforço gasto em ocultá-lo. Foi o que aconteceu com o rei Davi. Paulo nos lembra que “os pecados de algumas pessoas podem ser vistos claramente, antes mesmo de elas serem julgadas, mas os pecados de outras pessoas só são vistos depois” (2 Tm 5.24, NTLH). Sem dúvida, quanto mais depressa se espreme o tumor, por mais dolorido que seja, melhor será para aquele que o carrega.
Um dos exemplos mais impressionantes de punição está nas Epístolas de Paulo aos Coríntios. Certo membro da Igreja coabitou com a mulher do próprio pai. Sabia-se do acontecido, mas ninguém tomou providência, até que a coisa chegou ao conhecimento de Paulo. Mesmo à distância, o apóstolo sentenciou o culpado e, “em nome do Senhor Jesus”, entregou o incestuoso a Satanás, “para destruição da sua índole carnal, a fim de que seu espírito seja salvo no dia do Senhor” (1 Co 5.1-5, CNBB). Por mais enérgica que tenha sido a atitude de Paulo, não se pode negar o valor na punição imposta, em benefício de todos, inclusive do transgressor. A imoralidade por ele cometida não era aceita nem mesmo entre os pagãos. O mesmo acontece hoje com a pedofilia – embora cada vez mais comum, ela ainda é rejeitada pela sociedade permissiva de nossos tempos.
No caso do homem de Corinto, a punição foi um sucesso terapêutico. Ele se entristeceu e se arrependeu. Então, deveria ser perdoado, confortado e amado por toda a Igreja (2 Co 2.5-11).
O clero brasileiro – e de todo o mundo – precisa levantar-se para ser respeitado e ouvido. Não somente os padres, mas também os pastores evangélicos que enfrentam o problema da imoralidade sexual. Tudo para honra e glória de Nosso Senhor Jesus Cristo e para a expansão do reino de Deus!
Gostaria que o Dr Lauro Monteiro tivesse a coragem de me responder um dia. Rsss. Tentei muito.
Adonis
Seu nome já esclarece bem seu perfil.
Ou você e um padre abusador ou e um pedofilo tentando ser bonzinho.
Surpreendente sua arrogância em nao reconhecer que muito recentemente a igreja e o clero sem muita opaco com a sem vergonhice de se transferir padres de paroquia para paroquia sem punicao. Claro que nao se agüenta mais este jeitinho manso de falar que so uma raposa como você pode querer manter um clima de ovelhinha pedindo entre meias palavras perdão quem sabe para uma situação particular sua ou muitas...entao toma vergonha na cara se olha no espelho e veja se e realmente possível perdoar alguém que e doente e toca uma criança?Ou usa de poder para confundir e abusar um adolescente?
Bobagem e cara de pau tem limite se eu fosse você nunca mais escreveria uma palavra a respeito deste assunto que me parece ser bem entendido por você numa angular bem suspeita.
Pegue sua bíblia e ponha fogo pois para você nada mais e do que papel pois na hora H sua palavras tendem para o lado suspeito de jeitinho manso de falar dissimulando a verdadeira raposa que você parece ser.
Tente você se perdoar e se tratar e depois me diga que conseguiu quando for transferido para outra paroquia.
Sao pessoas como você que desmoralizam os padres que realmente trabalham por Deus.
Eu nao moro no Brazil mai acompanho de perto o trabalho deste heroi chamado Lauro e tenho experiencia em reconhecer 'gente'como voce portanto nem correcao de pontuacao ou ascento voce merece.
Tome uma garaffa de agua benta por dia,fale com voz de homem e se olhe no espelho quem sabe voce se ve na verdadeira forma que seu espirito encarnou na terra e oque voce tem feito a este respeito.
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