Trata-se de um excelente filme iraniano, de 2008, que nos traz a história de um casal com dois filhos, sendo que um apresenta graves deficiências. Distribuído por Paulinas Multimidia. É um filme imperdível.
Não dá para ficar calado.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
"Prefiro morrer"
Os jornais de hoje publicaram com destaque e grande estardalhaço a declaração do ministro da Justiça do Brasil sobre a sua opção por morrer a ser preso nas cadeias brasileiras. A declaração é ridícula, sob qualquer ângulo que seja examinada, mas merece uma análise maior, uma vez que feita pela autoridade responsável pelas cadeias no país. Afinal, preferir morrer a ser preso, pode ser um pensamento comum a qualquer ser humano. Mas um ministro não é um cidadão comum. Mas esse foi. Fútil e irresponsável com o seu exemplo e o seu reconhecimento de incompetência.
Se estivesse à altura do cargo que ocupa, após tais declarações de reconhecimento da sua inoperância, deveria pedir demissão.
Se estivesse à altura de um ser humano sério deveria dizer como se mataria se fosse condenado, assim como fazem autoridades condenadas em outros países.
Como homem de partido deveria começar a trabalhar, sem descanso, para melhorar as condições das cadeias que receberão seus companheiros condenados pelo STF.
Como nada disso deve acontecer o melhor a ser feito é que a imprensa o sepulte e às suas declarações, no mínimo, inconsequentes.
Não dá para ficar calado.
Se estivesse à altura do cargo que ocupa, após tais declarações de reconhecimento da sua inoperância, deveria pedir demissão.
Se estivesse à altura de um ser humano sério deveria dizer como se mataria se fosse condenado, assim como fazem autoridades condenadas em outros países.
Como homem de partido deveria começar a trabalhar, sem descanso, para melhorar as condições das cadeias que receberão seus companheiros condenados pelo STF.
Como nada disso deve acontecer o melhor a ser feito é que a imprensa o sepulte e às suas declarações, no mínimo, inconsequentes.
Não dá para ficar calado.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Será que podemos imaginar o sofrimento dessas crianças?
A ONG britânica Save the Children divulgou o relatório "Atrocidades não contadas: as histórias das crianças sírias", mostrando o sofrimento das crianças sírias vítimas da guerra no país. As crianças, além do inimaginável trauma psicológico, sofrem tortura física, choques elétricos, unhas arrancadas...
No relatório que está sendo divulgado pela imprensa de todo o mundo, a ONG pede uma presença mais marcante da ONU para constatar o que está ocorrendo.
Torturar crianças é crime de guerra e os torturadores devem ser identificados e julgados, independente do resultado da guerra civil que já matou quase 30000 pessoas.
O relatório está accessível no site da Save the Children, UK. Para ter acesso ao relatório original, acesse http://www.savethechildren.org.uk/sites/default/files/images/untold_atrocities.pdf.
Não dá para ficar calado.
No relatório que está sendo divulgado pela imprensa de todo o mundo, a ONG pede uma presença mais marcante da ONU para constatar o que está ocorrendo.
Torturar crianças é crime de guerra e os torturadores devem ser identificados e julgados, independente do resultado da guerra civil que já matou quase 30000 pessoas.
O relatório está accessível no site da Save the Children, UK. Para ter acesso ao relatório original, acesse http://www.savethechildren.org.uk/sites/default/files/images/untold_atrocities.pdf.
Não dá para ficar calado.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Internação Psiquiátrica
No Rio as maiores clínicas para internação de doentes psiquiátricos foram fechadas. Ao mau atendimento pelas clínicas somava-se o abandono quase total dos pacientes pelos seus familiares.
É evidente que o ideal seria que a família assumisse o tratamento ambulatorial do paciente psiquiátrico. A pergunta é: isso é possível? Para nos propormos a responder coloquemo-nos no lugar destas famílias.
Vejam o filme "O desaparecimento do gato", filme argentino de 2011. No caso, trata-se de um psicótico da classe média. Imaginemos o que ocorreria se fosse um doente em uma família sem recursos.
A omissão dos governos é evidente, mas pouco se fala sobre o assunto.
Não dá para ficar calado.
É evidente que o ideal seria que a família assumisse o tratamento ambulatorial do paciente psiquiátrico. A pergunta é: isso é possível? Para nos propormos a responder coloquemo-nos no lugar destas famílias.
Vejam o filme "O desaparecimento do gato", filme argentino de 2011. No caso, trata-se de um psicótico da classe média. Imaginemos o que ocorreria se fosse um doente em uma família sem recursos.
A omissão dos governos é evidente, mas pouco se fala sobre o assunto.
Não dá para ficar calado.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Direito da Criança: não ser mutilado
Lemos que milhares de judeus e muçulmanos foram à ruas de Berlim protestar contra a decisão judicial que proíbe a circuncisão de meninos, considerada uma mutilação genital. Os manifestantes alegaram que a lei viola "o direito da liberdade de crença". Outros países europeus tendem a proibir a circuncisão.
São boas as notícias. Por questões culturais e religiosas anacrônicas a mutilação genital de meninos judeus e muçulmanos ainda persiste, esquecendo do direito da criança.
Não dá para ficar calado.
São boas as notícias. Por questões culturais e religiosas anacrônicas a mutilação genital de meninos judeus e muçulmanos ainda persiste, esquecendo do direito da criança.
Não dá para ficar calado.
"Os intocáveis". Não deboche.
Aproveitando o sucesso atual do filme "Les intouchables" (Os intocáveis) em Paris (e também no Brasil) , o semanário satírico francês "Charlie Hebdo", publicou uma charge mostrando um judeu ortodoxo empurrando um muçulmano em uma cadeira de rodas, com o título "intouchables 2" e a frase "Faut pas se moquer" (não deboche).
Qualquer um pode se lembrar dos cartazes de divulgação do filme mostrando a mesma cena da cadeira de rodas. Não há quem não ache engraçada a ideia oportunista do semanário. Mas os alucinados muçulmanos estão em pé de guerra contra a França! C'est incroyable!
Não dá para ficar calado.
Qualquer um pode se lembrar dos cartazes de divulgação do filme mostrando a mesma cena da cadeira de rodas. Não há quem não ache engraçada a ideia oportunista do semanário. Mas os alucinados muçulmanos estão em pé de guerra contra a França! C'est incroyable!
Não dá para ficar calado.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Circuncisão em recém-nascidos
A Folha SP destacou notícia sobre o incentivo à circuncisão feita por médicos americanos. No Brasil, o professor Antonio Macedo Jr, uro-pediatra, comentou a notícia alertando que só bebês com malformações devem sofrer a circuncisão. E avisa que "a principal razão dessa nova orientação da Academia Americana de Pediatria é de ordem econômica".
Eu acrescentaria que a circuncisão de bebês recém-nascidos é um ato de agressão que tem respaldo em uma prática cultural arcaica e ultrapassada.
Não dá para ficar calado.
Eu acrescentaria que a circuncisão de bebês recém-nascidos é um ato de agressão que tem respaldo em uma prática cultural arcaica e ultrapassada.
Não dá para ficar calado.
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